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realiza eventos formativos durante todo o ano, entre profissionais e
pacientes pré e pós-operatórios, como o Encontro Aberto, além de atuar
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O que é a obesidade
A obesidade é uma doença caracterizada pelo excesso de gordura no corpo. Seu acúmulo ocorre quando a oferta de calorias é maior que o gasto de energia corporal e isso resulta, frequentemente, em sérios prejuízos à saúde, uma vez que a pessoa obesa tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outras.

Pesquisas mais recentes apontam que a obesidade já atinge 20% da população brasileira; e a Organização Mundial da Saúde (OMS) projeta um quadro de piora nos próximos anos, reiterando uma relação desse aumento à crescente de oferta de alimentos ultraprocessados e energéticos. 

 

Dentre as principais causas de obesidade estão os fatores genéticos, ambientais e emocionais, e também o estilo de vida.

 

 

 

 

Principais causas da obesidade

  •  Hábitos alimentares e Transtornos de compulsão alimentar
    O consumo frequente e excessivo de alimentos altamente calóricos e pobres em qualidade nutricional pode ser considerado tanto um hábito como desencadeado por transtornos de compulsão alimentar e estão relacionados à doença.

  •   Sedentarismo
    A falta de atividades físicas regulares somada ao baixo gasto energético que os confortos da vida contemporânea propicia também é causa indutora da obesidade.  

  •  Tendência genética:
    Pesquisas mostram a relação entre herança genética e obesidade. Normalmente, pais com peso normal têm em média 10% dos filhos obesos. Quando um dos pais é obeso, 50% dos filhos certamente o serão. E, quando ambos os pais são obesos, esse número pode subir para 80%.

  •  Problemas hormonais
    Alterações nas funções das glândulas tireoide, suprarrenais e da região do hipotálamo também podem provocar a obesidade.

A obesidade é fonte de vários tipos de problemas, não somente estéticos, mas distúrbios graves que afetam diretamente a saúde do indivíduo. Esses problemas podem aparecer precocemente, de modo que associado ao excesso de peso já exista uma repercussão negativa no funcionamento do organismo. Se o sobrepeso é evidente, deve-se recorrer ao endocrinologista para avaliar a possibilidade de instituição de um tratamento adequado, mediante dieta e/ou medicação específica. Em todos os casos, devemos tomar medidas para corrigir essa tendência de ganhar peso. Dentre as principais doenças – comorbidades – que podem ser provocadas ou agravadas pela obesidade estão:

 

 

Problemas articulares
O excesso de peso causado pelo acúmulo de gordura sobrecarrega todo o organismo, e, em particular, afeta a coluna vertebral, pois pressiona as vértebras, podendo ocasionar hérnia de disco. É frequente o paciente apresentar dor na coluna e nas articulações dos membros  inferiores, como joelhos e tornozelos.

 

 

Hipertensão arterial
O excesso de peso corporal está diretamente relacionado com a hipertensão arterial, como também o sedentarismo e o consumo exagerado de alimentos industrializados ricos em sal, pois ajudam a aumentar os níveis de pressão arterial e, consequentemente, os riscos elevados de cardiopatias (doença coronariana, infarto do miocárdio). Estudos têm demonstrado que a redução do índice de massa corpórea providenciada pela cirurgia bariátrica tem impacto significativo na diminuição da circunferência abdominal, na pressão arterial, na frequência cardíaca e no nível de colesterol ruim (LDL) e promove aumento do bom colesterol (HDL).

 

Diabetes
No Brasil, estima-se que mais de 11 milhões tenham diabetes. A epidemia de Diabetes tipo 2 está associada diretamente à obesidade, pois o estresse, os hábitos alimentares não saudáveis e a vida sedentária estão entre as principais causas. Pessoas com excesso de peso têm risco de desenvolver Diabetes três vezes maior que pessoas com peso ideal.

 

Problemas respiratórios
A apnéia do sono apresenta-se com maior intensidade nos indivíduos obesos e superobesos e se manifesta como um forte ronco seguido de rápida parada na respiração, determinando má qualidade de sono,  falta de descanso e sonolência excessiva durante o dia, causando irritabilidade emocional.


Outros problemas
A condição de obesidade grave está associada a outros problemas de saúde, como elevação dos níveis de colesterol e triglicérides (chamada dislipidemia); risco aumentado de embolia pulmonar por alterações da coagulação sanguínea; incontinência urinária; transtornos hormonais do tipo menstrual em mulheres; e até câncer uterino; de mama; intestino grosso e outros órgãos. Deficiências de vitaminas e minerais também podem estar presentes na obesidade. Distúrbios de natureza psicológica que afetam diretamente o indivíduo, sua autoestima, insegurança e um numeroso quadro de doenças, de difícil tratamento, surgem no paciente obeso.

A primeira recomendação para se livrar do excesso de peso é o tratamento clínico. Normalmente, após uma avaliação de um médico endocrinologista, excluídas as causas clínicas, será proposto ao paciente uma mudança de hábitos alimentares – que passa pelas escolhas do que será consumido nutricionalmente à reorganização dos horários das refeições; e práticas de atividades físicas – aumentando ou iniciando uma rotina de exercícios; e, em casos especiais, pode-se também propor o uso de medicação que otimize a perda de peso que possa facilitar as mudanças comportamentais.

Dando seguimento, pode ser solicitada uma avaliação com uma equipe multidisciplinar composta por nutricionista, ou médico com especialização em nutrologia; por fisioterapeuta, educador físico e psicólogo.

Todo esse acompanhamento inicial por especialistas tem o objetivo de conscientizar o paciente de sua relação com a comida e o que ela representa em sua vida e de trazer o entendimento de que a troca do sedentarismo e da má alimentação por hábitos mais saudáveis podem aumentar consideravelmente a sua qualidade vida.

 

Nos casos em que ocorre falha do tratamento clínico da obesidade ou ineficácia, o tratamento cirúrgico deve ser considerado. O método é conhecido popularmente como “redução de estômago”, mas vai muito mais além disso. Existem vários técnicas ou tipos de cirurgias disponíveis, que devem ser aprovadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), para uso e prática clínica, cabendo ao médico apresentá-los ao paciente e recomendar o mais apropriado e seguro para cada caso.

 

Participe do próximo encontro do Instituto! O evento é GRATUITO e tem a finalidade de proporcionar trocas entre profissionais de várias áreas com pacientes que pretendem realizar ou já realizaram a cirurgia bariátrica.

Próxima data a ser definida.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, um dos critérios que determina se uma pessoa é obesa e se tem indicação para cirurgia bariátrica e metabólica é se o resultado do cálculo de seu IMC (Índice de massa corpórea) é igual ou maior que 40kg/m².
Fórmula do cálculo: o IMC é calculado dividindo-se o peso, em quilos, pela altura, em metros, elevada ao quadrado (peso / altura²).

 

 



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